
Caros associados,
Partilhamos convosco uma entrevista de enorme relevância ética e médica, recentemente publicada na revista Sábado, que traz uma reflexão corajosa sobre a integridade do corpo humano e os limites da prática clínica.
Na entrevista intitulada “Não aceito que a percepção sobre quem somos se transforme em indicação médica para alterar cirurgicamente um corpo saudável”, o cirurgião plástico Dmitry Shelepenko explica as razões que o levaram a tornar-se o primeiro objector de consciência de cirurgias de redesignação sexual na unidade de referência nacional onde exerce, em Coimbra.
Mais do que uma tomada de posição individual, as declarações do médico oferecem argumentos profundos para quem defende a dignidade humana:
- 🩺 Ética médica e integridade: A recusa em intervir cirurgicamente em órgãos e corpos perfeitamente saudáveis.
- 🔬 Exigência técnica e riscos: O alerta de que as cirurgias genitais são altamente exigentes, irreversíveis e implicam frequentemente múltiplas intervenções ao longo da vida.
- 🧠 Identidade vs. Medicina: A distinção clara entre o acolhimento da autopercepção psicológica de alguém e a sua transformação automática numa patologia com indicação cirúrgica.
Trata-se de um testemunho fundamental na primeira pessoa sobre a importância de resistir às pressões ideológicas, mantendo a fidelidade à verdade biológica e à vocação médica de proteger a saúde.
👉 Clique aqui para ler a entrevista completa na revista Sábado