A Indústria da Identidade: O Ciclo Lucrativo que a ILGA Recusa Discutir



Publicação da ILGA


A ILGA fala em “desinformação” e num “triângulo LGBTIQfóbico” apenas para não ter de discutir o que realmente está a acontecer.

Não se trata de um “medo importado” pela direita. É o aumento documentado de adolescentes — sobretudo raparigas — com disforia de início rápido, após uma exposição massiva a um guião identitário nas escolas, nas redes sociais, nas séries, nos filmes e em campanhas pagas. Este fenómeno só é possível porque a esquerda elaborou e aprovou leis destinadas a impor a ideologia de género à Escola, chegando ao extremo de silenciar — por meio da coacção da lei — quem se atreve a denunciar a agenda de género e os seus malefícios mais do que documentados.

Esse guião não caiu do céu. Foi disseminado por organizações como a ILGA e pelas suas redes, com financiamento público e privado. Quanto mais crianças e jovens se declaram “trans”, maior é a “necessidade” de formação, de materiais, de protocolos escolares, de consultas, de activismo e de visibilidade. Mais projectos. Mais financiamento. Mais ordenados. O ciclo alimenta-se a si próprio: cria-se a procura e, depois, apresentam-se como a única resposta humana a essa mesma procura.

✔️ Chamar “terapia de conversão” a qualquer abordagem exploratória que não afirme imediatamente a identidade auto-proclamada é uma manobra de distracção.
✔️ Proteger menores de decisões irreversíveis não é ódio.
✔️ Exigir evidência científica antes de bloquear a puberdade não é fobia. Sabemos que, para estes bloqueadores produzirem os efeitos desejados e travarem o desenvolvimento biológico, devem ser administrados logo no início da puberdade — ou seja, a crianças entre os 9 e os 12 anos.
✔️ Interromper processos biológicos saudáveis nesta idade não é progresso.
✔️ Defender que o sexo biológico continua a importar no desporto, nas prisões e nos balneários não é apelar à “família tradicional” de cartaz.

A ILGA afirma que “existimos e resistimos”. Resiste, sobretudo, a prestar contas sobre as taxas de desistência, as comorbilidades (autismo, trauma, anorexia, homossexualidade prévia), os efeitos secundários dos bloqueadores e o conflito de interesses de quem vive profissionalmente desta expansão.

Olhar em frente não é recusar factos. Dar passos atrás, neste caso, seria continuar a tratar crianças confusas como matéria-prima de uma causa.