Meninos e Meninas são DIFERENTES – A guerra contra os meninos

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Christina Hoff Sommers tratou desse aspecto dos brinquedos no seu livro The War Against Boys [A Guerra contra os meninos].

Ela relatou que a Hasbro Toys tentou agradar às feministas produzindo uma nova casa de bonecas destinada a interessar tanto a meninos quanto a meninas. Desse modo, poderiam vender o dobro das unidades. Houve, porém, um leve erro de cálculo quanto à reacção das crianças.

As meninas tendiam a “brincar às casinhas” usando a estrutura plástica de maneira tradicional. As suas bonecas casavam-se, arrumavam e limpavam a mobília de brinquedo, tinham filhos e faziam as coisas que viam as mães fazer.

Os meninos também brincavam com as casas de bonecas, mas não como previsto. Eles arremessavam o carrinho de bebé pró ar e, no geral, bagunçavam a brincadeira das meninas.

O movimento unissexo

O movimento unissexo prevaleceu, então, até fins da década de 1980, quando caiu finalmente vítima da tecnologia médica. O desenvolvimento de técnicas não invasivas, tais como imagens por ressonância magnética e PET scan, permitiram aos médicos e fisiologistas examinar o funcionamento do cérebro humano em maior detalhe. O resultado destruiu totalmente as asseverações feministas.

Os cérebros dos homens e das mulheres eram muito diferentes quando examinados no laboratório. Sob estímulos apropriados, eles “acendiam” em áreas diferentes, revelando processos neurológicos únicos. Ficou claro que o cérebro de cada sexo é “ligado” de um modo, o que, juntamente com os factores hormonais, justifica as características comportamentais associadas tradicionalmente com a masculinidade e a feminilidade.

Feministas tentam desacreditar a Ciência

Foram essas marcas de referência que as feministas tentaram suprimir ou desacreditar, mas falharam.

Mesmo assim, temos de admirar a sua ambição. Elas tentaram redesenhar metade da família humana numa geração.

É de lamentar que as ideias geradas nos anos 1970 e perpetuadas de forma diferente hoje se achem profundamente arreigadas na cultura, embora nunca tivessem feito sentido. As práticas da criação de filhos mudaram para sempre.

Muitos pais, por exemplo, relutam ou não estão preparados para ensinar aos meninos de que forma são diferentes das meninas ou o que a sua masculinidade realmente significa. Há também uma nova fonte de confusão emanando da poderosa agenda gay e lésbica.

Os seus propagandistas estão a ensinar uma visão revolucionária da sexualidade, chamada “feminismo de género”, que insiste que o sexo com que a pessoa nasce é irrelevante para a orientação sexual e que a genética pode ser simplesmente ignorada. O que importa – pergunta o movimento lgbtqia+ – é o “género” escolhido para nós pelos pais quando somos bebés, ou o papel sexual que nós mesmos escolhemos mais tarde na vida?

Excerto adaptado do livro “Criando Meninos”, Dr. James Dobson, págs. 28-29.

Continua: Meninos e Meninas são DIFERENTES – O sexo “designado”?

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