Cidadania e Desenvolvimento

Embora a ideologia seja transversal a todas as disciplinas, “Cidadania e Desenvolvimento” é a disciplina mater no projecto de Educação LGBTI+, para crianças a partir dos 3 anos, com conteúdos como o da imagem:

Sim, o Governo permite e incentiva que a Escola seja o instrumento usado por Associações, que promovem o lobbie LGBTQIA+, para ganhar as nossas crianças para as suas causas e para as suas práticas.

O mesmo governo, que rejeita qualquer influência cristã na Escola, proibindo, por exemplo, o ensino da Bíblia euma cosmovisão cristã, em sala de aula, promove e incentiva o ensino ideológico do género e a imposição de uma cultura lgbtetc em substituição da cultura milenar judaico-cristã.

Naturalmente, esta cultura subversiva só pode ser imposta expropriando os pais da educação dos seus filhos, negando-lhes o direito de decidir se os seus educandos são, ou não, expostos a conteúdos ideológicos e pornográficos, absolutamente contrários aos seus princípios, fé e consciência.

Para atingir tal fim, o Ministério da Educação viola claramente a própria Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, no seu Artigo 11.º:

Participação da comunidade escolar

1 – Os encarregados de educação, os estudantes e as respectivas estruturas representativas devem ter um papel activo na prossecução e concretização das finalidades da presente lei.

2 – Os encarregados de educação e respectivas estruturas representativas são informados de todas as actividades curriculares e não curriculares desenvolvidas no âmbito da educação sexual.

e também a Portaria 196-A/2010, de 9 de Abril, diz no Artigo 4.º:

Elaboração do projecto educativo da escola

1 – Os termos em que se concretiza a inclusão da educação sexual nos projectos educativos dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas são definidos pelo respectivo conselho pedagógico e dependem de parecer do conselho geral, no qual têm assento os professores da escola, representantes dos pais e, nos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas onde seja leccionado o ensino secundário, representantes dos estudantes.
2 – Sem prejuízo do disposto no número anterior, o conselho pedagógico deve assegurar que os pais e encarregados de educação sejam ouvidos em todas as fases de organização da educação sexual no respectivo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

Ora, nada disto está a ser respeitado e a grande maioria dos pais não sabe o que está a ser incutido aos seus filhos, em sala de aula, numa área tão íntima e pessoal como a sexualidade. A confiança dos pais na Escola está a ser totalmente violada por políticas ideológicas, que querem subverter não apenas a identidade e a sexualidade das crianças, mas também os valores e a fé cristã, que os encarregados de educação transmitem aos seus filhos em casa.

Leia o Projecto Educação LGBTI+ nos links abaixo, e perceba, antes que seja demasiado tarde, que estamos perante uma revolução sexual.

https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/AMPLOS_GuiaEducadores.pdf

https://www.rea.pt/imgs/uploads/doc-brochura-snp.pdf

Não se deixe enganar. Não se trata de novos comportamentos sexuais, mas sim da difusão em larga escala e da justificação teórica de um estilo de vida sexual que se separa cada vez mais do ideal: marido e mulher dentro do casamento. A base teórica destas mudanças tem sido a rotura entre sexualidade e procriação nas suas dimensões: sexualidade sem filhos e filhos sem sexualidade.

De acordo com a Drª Michelle Cretella:

«A identidade sexual é maleável, principalmente em crianças pequenas.»

A Associação Americana de Pediatria admite que antes da promoção disseminada da afirmação de transição [“mudança de sexo”], 75% a 95% das crianças pré-púberes, que se sentiam incomodadas com seu sexo biológico, acabavam por superar o problema. A grande maioria aceitava o seu sexo biológico no final da adolescência, depois de passar naturalmente pela puberdade.

Todavia, com a afirmação de transição a alastrar-se na sociedade ocidental, o número de crianças que demonstram incómodo em relação ao seu sexo, e a sua persistência ao longo do tempo, aumentou drasticamente. Por exemplo, o Serviço de Desenvolvimento da Identidade de Género observou um aumento de 4 mil% de encaminhamentos para psicologia e psiquiatria desde 2009.

Como escreveu o professor João Brás:

A família é um dos inimigos principais a abater nesse projecto. Porque a família remete para outros valores que não os do consumo fácil e do hedonismo vulgar e oco. A família está também transformada por essa mundividência liquidatária da cultura ocidental, no resultado de uma conspiração opressiva de uma ficção que designa como sociedade patriarcal, heteronormativa e heterossexual. Paternidade, maternidade, família, trabalho, casamento estão reduzidos à sua dimensão de funcionalidades e estatuto legal.
A família é o núcleo central de qualquer sociedade, e da própria cultura e civilização, o traço mais distinto da vida humana em sociedade. Sociedades destruturadas visam sempre a destruição da família. Uma mundividência que tem a economia como o pilar central da vida humana regida por um capitalismo amoral e predatório está numa estranha união de facto com as agendas progressistas que nada têm a ver com a dignidade da pessoa. A família é a estrutura intermédia entre o Estado e o individuo, sem essa estrutura, o individuo é um átomo solitário, presa fácil de qualquer totalitarismo ou sociedade regida pelo consumo.
A ideia desse novo mundo assente unicamente na deslegitimação do sentido profundo da vida e da história (da nação, da família, do casamento, da escola, do primado da vida) considerando arcaico e retrógrada tudo o que se lhes opõe. O coroar deste caminho está representado no século presente pela ascensão da política oficial da teoria do género.

É hora dos pais! Não se omita. Não permita que o Estado o exproprie da educação dos seus filhos.

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